Conjunto GYN Câmera em Cuiabá

Ângela Barra – Voz
Billy Geier – Viola e Violino
Eduardo Meirinhos – Violão
Sidnei Maia – Flauta





Curso de Música da Universidade Federal de Mato Grosso







Estão abertas até 30 de setembro as inscrições para o Prêmio Funarte de Composição Clássica, que selecionará 70 obras inéditas para ser executadas nos concertos da 19ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Programada para o segundo semestre de 2011, a Bienal está em cartaz desde 1975 e é considerada a mais importante mostra de música erudita do Brasil.
Este ano, o Prêmio de Composição Clássica contemplará obras inéditas para orquestras sinfônicas, orquestras de câmara, orquestras de cordas, conjuntos de câmara, solistas, duos e trios, além de composições de música eletroacústica. Os compositores selecionados receberão entre R$ 8 mil e R$ 30 mil.
A análise dos trabalhos inscritos caberá a uma comissão externa, composta por sete integrantes de notório conhecimento sobre música clássica. Os critérios de avaliação serão a qualidade da obra e a viabilidade de sua execução. O investimento total da Funarte no Prêmio é de R$ 1,2 milhão.
Ainda estão abertas as inscrições para participar do Prêmio Funarte de Composição Clássica, iniciativa que vai selecionar obras inéditas (vocal e instrumental) para apresentação na XIX Bienal de Música Brasileira Contemporânea 2011.
Interessados devem ser brasileiros (ou radicados no país há três anos), concorrendo com 01 obra inédita (variando de 3 a 15 min.). Acompanhe as formações e prêmios:
05 obras sinfônicas - R$ 30mil cada
05 obras p/ orquestra de câmara - R$ 20mil cada
05 obras p/ orquestra de cordas - R$ 15mil cada
19 obras p/ conjuntos de câmara (4 a 10 instrumentos) - R$ 10mil cada
26 obras p/ solistas, duos e trios - R$ 8mil cada
10 obras p/ música eletroacústica (até 4 instrumentistas) - R$ 8mil cada
Mais informações
classicos@funarte.gov.br
(21) 2240-5158 / (21) 2279-8105








Local: Auditório Claudio Santoro
23/07/2010
Após o concerto de estreia das obras dos alunos de composição, realizado no domingo, 18 de julho, no Auditório Claudio Santoro, José Henrique Padovani e Sérgio Rodrigo Lacerda, vencedores do Concurso Camargo Guarnieri, concederam entrevista exclusiva ao site do Festival. Ouça!
Depois de duas semanas de estudos, ensaios, troca de informações e de intensa convivência com importantes músicos do cenário mundial, os alunos de composição apresentaram, no Auditório Claudio Santoro, as obras que foram concluídas durante o Festival de Campos do Jordão. Na manhã do último domingo, 18 de julho, o público acompanhou também a premiação do Concurso Camargo Guarnieri.
O concerto de estreia das obras dos novos compositores foi um momento muito especial. À frente dos experientes músicos Eliane Tokeshi (violino), Fabio Presgrave (violoncelo), Cássia Carrascoza (flauta), Luis Afonso Montanha (clarinete), Lídia Bazarian (piano) e Carlos Tarcha (percussão), estava o compositor e regente Roberto Victorio, que acompanhou a finalização das peças e as regeu.
“A primeira audição de uma obra, mesmo para o compositor experiente, é sempre um grande impacto. Você materializar essa coisa do mundo bidimensional da partitura, para uma realidade de sonoridade, é um salto grande. Para os bolsistas, é super estimulante, porque eles estão podendo ouvir o que colocaram no papel”, disse Victorio.
Após o concerto, uma banca formada pelo diretor artístico-pedagógico do Festival Silvio Ferraz, o diretor executivo Paulo Zuben, Roberto Victorio, Cássia Carrascoza, Lídia Bazarian, Luís Afonso Montanha e o pianista Paulo Álvares escolheu os vencedores do Concurso Camargo Guarnieri, que premiou a melhor composição com R$ 15 mil.
O primeiro lugar foi dividido entre os bolsistas José Henrique Padovani (Impedance) e Sérgio Rodrigo Lacerda (Acquarello tintas diluídas em água). O segundo lugar foi de Marcílio Onofre (Inane II), e o terceiro de Max Packer (...na vizinhança acordam, já que um vazio em movimento...). Gustavo Penha (Entorno de nenhum nenhuma) recebeu menção honrosa.
No total, o Festival recebeu doze alunos no curso de composição, sendo que oito trabalharam e estrearam suas obras no concerto do dia 18, e quatro acompanharam o curso como ouvintes. Durante as duas semanas de trabalho, os alunos finalizaram as suas obras sob orientação de Silvio Ferraz e de Roberto Victorio. Os alunos contaram também com o apoio dos instrumentistas que fizeram a primeira audição de suas peças.
Para Roberto Victorio, o contato dos alunos com esses músicos é essencial. “É um aprendizado danado, um trabalho de campo. Eles não estão dentro de uma sala de aula, no ar condicionado, escrevendo. Eles estão escrevendo e estão vendo se funciona [...]. O contato com os músicos é de um valor impressionante.”
José Henrique Padovani, um dos ganhadores do Concurso Camargo Guarnieri de 2010, também aprovou o contato com os músicos, “...foi muito legal [...] conhecer músicos com esse grau de conhecimento como Cássia [Carrascoza], Fábio [Presgrave]. São músicos que realmente acrescentam à sua composição coisas que não imaginava”. Sérgio Rodrigo Lacerda, que dividiu o prêmio com Padovani, completou: “Eu senti [...] um acolhimento muito especial, de tomar pra si, e [eles falavam] ‘olha isso daqui não está funcionando, eu acho que você deveria fazer assim, assado’”.
A troca de informações entre alunos e experientes profissionais da música foi intensificada com a participação deles em master classes e palestras. “A gente teve um workshop com o Quarteto Arditti que foi uma sacudida”, disse José Henrique Padovani.

A Bienal de Música Brasileira Contemporânea de Mato Grosso vem, desde sua primeira edição, ampliar o espaço da música de concerto no Brasil realizando este evento que proporciona a estudantes e profissionais em música a oportunidade de aprimoramento.
A Quarta Bienal continua o importante trabalho em divulgar a música erudita contemporânea brasileira e seus afluentes. É esta música erudita, e principalmente a brasileira, a responsável em balizar a produção musical como um todo, pois sua experimentação e a busca de novas sonoridades abrem os caminhos para a inovação.
As três Bienais anteriores foram grandes sucessos de público e crítica. Nesta edição, além da homenagem ao ilustre compositor Almeida Prado, considerado um dos maiores expoentes da música contemporânea do Brasil, contaremos com uma rica programação de concertos, palestras e mesas-redondas. Entre as obras selecionadas para os concertos, teremos a estréia de jovens compositores provenientes de universidades como forma de incentivar a nova geração.
Hoje, a Bienal de Música Brasileira Contemporânea de Mato Grosso é referência dentro das sociedades mundiais de música contemporânea, atuando como um veículo de difusão de obras novíssimas dentro do cenário brasileiro de música de concerto.
Nesta edição estarão homenageando o compositor José Antônio Rezende de Almeida Prado que é considerado um dos expoentes da criação musical brasileira da atualidade. Saiba mais clicando aqui!
Acesse: http://www.bienalmt.com.br/






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...na vizinhança acordam, já que um vazio em movimento...
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Aquarello tintas diluídas em água
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